27 maio 2009

 

Senti-me que nem gado

Ia a descer as escadas rolantes, logo após ter saído do comboio, quando reparo num rapaz com um contador electrónico a contar as pessoas que passavam.

Foram apenas breves segundos, o espaço de tempo que levou o meu pensamento a 'pular' entre dois cenários.
Tão depressa sou um entre muitos, apanhado no meio de uma acção meramente estatística, como de repente me sinto, qual cabeça de gado a ser afunilado entre as vedações impostas pela vida cosmopolita para a cancela que me conduz a mais um dia de trabalho.

E há dias em que as coisas correm como se também fossemos a seguir marcados com um ferro em brasa...
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