06 março 2007

 

Vai graxa?


A técnica de puxar lustro à mala é algo que apenas surgiu após o Metropolitano de Lisboa ter implementado o novo sistema de controlo de acessos.

O que infelizmente estes ‘profissionais do lustro’ ainda não perceberam, é que:

- Aquilo não dá lustro à mala;

- A força/intensidade do esfreganço, não está directamente relacionada com o objectivo (abrir a porta);

- Nem a mala nem nós (que estamos à espera), temos a culpa de não saberem onde arrumam o título de transporte;

- O pacato cidadão que está atrás (eu, neste caso), não quer saber onde colocou o cartão, nem se já o carregou este mês;

- Já que eu não desespero com sublime espectáculo, o caríssimo ‘profissional do lustro’, também não o deveria fazer em praça pública.



Comments:
Beijinho :o)
 
O que elas deviam esfregar sei eu
 
Olha, de xicos-espertos e de graxistas está o mundinho cheio !!

Se aturares um de vez em quando, não faz mal nenhum que eu aturo-os diariamente! ;)

Bjs

Susana P.
 
é uma seca andar de metro. parecemos uns carneirinhos em fila...que porcaria de sistema.
 
Podes sempre dar uma sugestão construtiva: "Oh minha senhora, e se fosse dar graxa ao cágado?"
 
Experimentei este modelo de vigilância ontem!
Fui de Expresso para Lisboa, vivo a cento e tal km, comprei dez viagens de metro para me poder movimentar na cidade e deram-me uma espécie de cartão Multibanco.
Não quis fazer figura de saloia e lá segui atrás de outro utente que esfregou o tal cartão num sítio por cima do buraco onde entra outro género de cartão. Eu fiz o mesmo e a portinhola abriu.
Mudei no Marquês, cheguei à Cidade Universitária e repetiu-se a cena.
Lá fui para uma revisão ao HSM que até não demorou, por isso não vou queixar-me dos serviços de Saúde.
Já estava eu treinada naquela coisa do esfreganço, quando, no Jardim Zoológico, na saída para os Expressos, surge uma muralha de homenzarrões com uma máquina para o esfreganço final.
O meu coração que tinha acabado de sair da revisão começou a bater ainda mais depressa.
Ia presa pela certa.
Talvez não tivesse esfregado o suficiente!
Afinal estava tudo bem e eu respirei aliviada.
Pobres lisboetas que têm de fazer fila para tudo! :))
 
Andar de metro passou a ser como a ser ter um automóvel que tem de parar e pagar em tudo quanto é portagem:) era uma boa sugestão criar a via verde para o metro assim não se perdia mto tempo para entrar e sair:)
 
Olá,

Povo

Ò povo que trais sem saber
O corpo que cansada da luta não
Pode ver

Ò néscio que não tiveste
Quem a ti te ensinasse
A andar.

Ò triste que caminhas com os
Pés dos outros,
Sem saber no que estás a pisar!

Poema da autoria de LILIANA BARRETO do LIVRO POISEIS II

Desejo-te uma bela semana, na companhia deste belo poema que encantou os sentidos.

Beijinhos ConceiçãoB
http://amanhecer-palavrasousadas.blogspot.com
 
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