19 abril 2006
Os jovens também morrem

Em Portugal, morreu um jovem de 22 anos, vítima de um acidente rodoviário.
Uma morte é sempre lamentável, muito mais quando se fala de um jovem.
Estaria a trair a minha consciência se evitasse comentar o tema, apesar da onda de solidariedade nacional que foi criada. Achei deplorável a romaria efectuada à volta do trágico acontecimento.
Mais alguns minutos de exposição e ainda temos pedidos para ir para o Panteão Nacional.
É lamentável que a comunicação social (especialmente a TVI) tenha feito deste assunto um outro circo, chegando mesmo a cobrar a outros canais de comunicação, pela divulgação de imagens do actor.
O assunto ainda está a quente e a morte de um jovem é algo que ultrapassa tudo e todos, antes de poder ser especulado.
Dou-te razão no que respeita à TVI, mas por um lado também foram eles que o ajudaram a revelar-se como actor. É por isso compreensivel a atitude da estação, enquanto empresa de comunicação.
Babe
Gostei do trocadilho de palavras por ti utilizado ‘ultrapassa’ e ‘especulado’.
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Cumprimentos
Era imperativo para mim exemplificar e achei um bom exemplo.
Estou certo que tu pertences a um de dois grupos: os que também querem o Eusébio no Panteão, ou dos que não queriam lá a Amália. Eu sou sócio do segundo e só mudo de partido se arranjarem lugar também para mim no Panteão.
Cumprimentos
Era então assim que a personagem tratava as miúdas!
Acredito que fosse alegre e bem-disposto, mas a morte não escolhe as pessoas pelo carácter (infelizmente).
A TVI apenas demonstrou com a sua atitude mesquinha que dá mais importância ao merchandising da morte do actor, que ao respeito que lhe deve.
Acredita que na troca que foi estabelecida entre o jovem e a TVI (até à sua morte), quem lucrou sempre mais foi a estação, pelo que ele enquanto actor não lhe devia nada.
Cumprimentos
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